domingo, 5 de abril de 2009

AVENIDA Q - Sexo, diversão e realidade como vc nunca viu !!!!


A grande maioria de nós adora uma conversa. Ainda mais mulher, e se for de assuntos mais profundos, em que a gente posso contar experiências passadas e assim se possível ajudar as demais, melhor ainda. Eu me sinto como se tivesse contribuido ainda mais para o bem da humanidade ( tá bom, e assim garanto mais alguns m² do meu terreninho no céu, rs).

Mas hoje vou falar de um agradável convite para assistir uma peça, e que eu recomendo a todos. Apesar da peça ser com bonecos, realmente não é aconselhavel para crianças. Mas, se formos parar e prestar atenção no que eles tem acesso por pergaminhos e outros meios de comunicação da nossa era de comunicação livre....a peça não terá nada demais. Mas, para os adultos, é um deleite de cenas cotidianas e até diálogos renegados. Afinal quantas vezes náo não insistimos ou até não discutimos determinados assuntos com nossos amigos e familiares com medo da reação deles e de como seremos rotulados depois?

E então, recentemente fui convidada junto com minhas outras amigas a prestigiar uma das sessões da peça Avenida Q. Como todas elas estavam em ocupações de seus reinos,pegue um taxi e fui sozinha mesmo a apresentação. Afinal, como uma mulher moderna não posso ficar me cerceando a tolices da vida. Apesar de algumas amigas e amigos perguntarem : como vc tem coragem de sair a noite sozinha, não fica deslocada? Eu sempre respondo que o que desloca é osso de articulação, é que com o meu brilho pessoal e muitas vezes enigmático, consigo sim é atrair todas as atenções, rs.

No dia marcado, ao sair de meu ap, cai um temporal, assim do nada ( tá certo que como eu tive plantão noturno no hopital e passei as 8 hrs do dia no meu "berço esplêndido", dormindo... e sozinha, rs). Atrasos a parte, ao chegar ao local da peça passei pela primeira vergonha do dia: eu já havia ido lá em um dos teatros, mas não sabia onde ficava o que estava passando a peça. Como não sou homem e não tenho nenhum problema em perguntar nada, e odeio ficar rodando igual a uma perdida no shopping, me dirigi ao segurança:

Eu:Boa noite, por favor o cavalheiro poderia me dizer onde fica o teatro que está apresentando a peça Avenida Q?
E ele: está no próximo andar a direita.
Eu: Muito obrigado, então é só subir por essa escada ? E depois seguir a direita?Ele: sim. mas, se a dama precisar de compania, posso te ajudar? Afinal a senhorita tem lindos olhos e bem expressivos também...
Eu: não, obrigado pela informação e bom trabalho.
Virei as costas e saí. Roxa de vergonha. Pior que depois eu tive de descer para passar em uma cafeteria que eu gosto e reparei que estava sendo "seguida" pelos corredores...

Ao encontrar o teatro, e descobrir qual era a minha fila, ví que na mesma havia um monte de outros blogueiros aguardando para pegar os seus convites, todos muito animados. Afinal, como bons navegadores da net, todos nós já haviamos pesquisado tudo sobre a peça. Agora era só conferir os detalhes.

Como eu nunca havia visto uma peça de bonecos, fiquei curiosa. Porém, que enorme prazer eu tive ao ver e me deliciar com os dilemas dos participantes (que são do dilemas nossos de todo dia, e dos nossos amigos também).Todos tratados com bom humor, sarcasmo e ao mesmo tempo sinceridade.

Afinal, quem quando se formou não se encontrou perdido, sem saber que rumo tomar(a gente sempre pensa que o pior ficou noa anos de faculdade....até sair dela!)? E a facilidade do sexo casual hoje em dia (afinal, hj errrado é quem não faz)? Nossos preconceitos diários e para nós inofensivos (as piadas que ensinamos para as crianças, de negros, português, judeus.), A dificil escolha das amizades (quem realmente é bom e mal)?A nosso dfificuldade para conviver com as nossas frustações, e apartir delas iniciar uma nova realidade? A nossa força de vontade em realizar os nossos sonhos? A nossa capacidade de acreditar em nós mesmos? A dificuldade de conviver e aceitar as diferenças? O medo de nos ver e nos aceitarmos como somos (e principalmente o que os outros vão pensar disso) ? Então, dilemas que todos nós já passamos ou passamos diariamente. Ou pelo menos conhecemos alguém que já passou por isso.

E a criatividade dos atores foi além sendo mostrada nas músicas e principalmente com a expressão corporal dos mesmos. Realmente eles conseguem transmitir os sentimentos, falas e ações aos bonecos. E apartir daí eles se tornam mais 9 atores em cena.E vivos.

A forma despretensiosa e simples porém direta que eles abordaram todos esses assuntos, e que fizeram a platéia por várias vezes aplaudir e morrer de rir, é a prova mais que positiva do sucesso dessa temporada. A interação dos atores com a platéia também. E atenção detalhe para o vestido de noiva 'Hight tech", eu amei, rí horrores !!!!

Recomendo a todos os cariocas, que não percam essa chance de ver e rever a peça (eu vou !!!). E para os que passarem por aqui durante a temporada da mesma, reservem uma noite da sua agenda de passeios para ver a criatividade e a competência transformada em um ótimo espetáculo.

Parabenizo a produção, aos atores e a Flavia Ayres que entrou em contato e ofereceu o VIP pela ótima oportunidade de assistir a peça e não passar mais um domingo chuvoso em no meu ap enfiada nos meus livros e na sky, rs.

Beijoca,

Think Tank.


A evolução da paquera virtual...

Nos últimos anos (uns 20) a paquera encontrou mais novos caminhos, para ajudar aos tímidos e aos que queriam abrir o seu leque de opções. Eu que sou adepta desta “pratica” há uns 6,7 anos acho que é apenas mais uma porta. Nunca precisei exclusivamente dela, mas admito que vivi vários momentos de diversão e confusão por causa desse serviço.E hoje quem diria, virou moda e foi para até nas novelas da globo. Na novela das 21 e na próxima novela das 19, o assunto está fortemente explorado, mostrando com vários atores as facetas da comunicação e do mundo virtual. Isso me faz lembrar uma frase de um ex-namorado que viajou o mundo todo e segundo o Pinóquio sempre pegava um monte de mulheres aonde ia (até hoje ele se sente o último biscoito do pacote). Quando eu perguntava pra ele como ele se virava na questão da comunicação lingüística, ele dizia: a linguagem do amor não necessita de palavras..... Mais piegas impossível.... Afinal ele se sentia “o conquistador latino”, RS.

Lembro-me que no início da minha adolescência, a febre era a “linha”. Todo mundo que está na faixa dos vinte e muitos e trinta e poucos e tinha telefone em casa se lembra dessa mania. Era assim: ligávamos para um número que sabíamos não atender, e ficávamos conversando entre os toques de chamada. Era uma enorme linha cruzada. Sempre fui extremamente comunicativa e passava quase a tarde toda ao telefone (e é por isso que hoje gosto tanto deles). Além de ter me rendido momentos de diversão e boas amizades, rendia muitos esporos e castigos da minha mãe quando a conta de telefone chegava. E como os sem noção existiam em todo lugar, lá às vezes apareciam alguns malucos pra assustar todo mundo dizendo serem policiais e que iam identificar o número do telefone e mandar prender a gente. Um monte de palhaços estragando o prazer da garotada.

Quando a internet realmente se popularizou e ter um computador em casa deixou de ser um privilégio pra ser uma necessidade, a paquera acompanhou a onda . Afinal, onde tem jovem tem azaração. E mesmo a internet hoje sendo de consumo de todas as idades, a massa que não sabe viver sem um PC é composta principalmente de jovens. Alguns idosos também aproveitam bem dessa ferramenta, e se divertem com a facilidade da mesma. Com o mundo conectado e globalizado, podemos achar o nosso “príncipe encantado(ou sapo)” em qualquer lugar do mundo com apenas alguns cliques. Sem se preocupar com o tempo, as passagens, dinheiro, o dólar ou o chefe, nos sites de relacionamento podemos ser quem queremos pelo momento que quisermos. E os primeiros nesse quesito foram os chats, que são moda até hoje. Eu já tive saco pra passar uma noite toda conectada, conversando besteiras com um monte de gente que eu não conhecia. E fora os tarados on line, que ficavam a espreita querendo de sexo virtual (que eu até hoje não consigo engolir) a encontros reais com os mesmos objetivos acima, mas no mundo real. Hoje, passo a kms e com a popularização de outros meios de comunicação como msn, Orkut, goggle talk, facebook e outros sites do gênero os chats perderam a força.

Mas, o real pulo do gato foram os sites de relacionamento. Eles estão ao monte por aí, com propagandas chamativas e sedutoras, com lindos modelos de graça com serviços básicos ou a preços acessíveis com algumas vantagens extras para ser o seu intermediador sentimental. E lá encontramos de tudo. E os dois maiores, são o mesmo. Apenas vendidos em sites diferentes como concorrentes. Mas até o layout é igual.

No mesmo caminho, surgiram as agências de casamentos on line, onde por preços módicos (em media 3 mil) eles fazem um cruzamento de perfis e informações pra indicarem quais as pessoas com os objetivos mais próximos e que se encaixam no perfil que você deseja. A partir daí marcam jantares, festas, viagens e tudo pra tentar fazer as pessoas “se encontrarem” e darem o serviço por encerrado. Porém, segundo um conhecido que topou esse prejuízo, as pessoas lá são totalmente iguais as daqui. Todas querem apenas experimentar até achar o perfeito. Só esquecem que perfeição não existe...... Nada contra quem tem dinheiro pra queimar com esse serviço (se me contratasse eu juro que cobraria muito mais barato), mas vejo isso como a linha do desespero, a última jornada.... e acho assustador.Eu já passei poucas e boas aventuras eu diria nesse tempo todo. A mentira mais clássica é a idade e a situação civil. Pra ter idéia do drama, já saí com um cara que colocou uma foto de uns 10 anos atrás (pra ter idéia, o cara era engenheiro ferroviário!!!!! Nem me lembro de existir esta cadeira de engenharia, não nos dias de hoje). E quando nos encontramos, ele quis afirmar que a idade estava certa. Eu disse então que se ele tinha 35 ele estava demais acabado, precisando de uma plástica com urgência. E o maluco ainda inventou uma historinha (sou alérgico a camarão e hoje à tarde sem querer comi um salgado que tinha, temos de passar na minha casa pra pegar o meu remédio senão posso morrer...). Como sou profissional da área de saúde, disse que se ele tivesse de ter uma reação, há esta hora já estaria até fedendo de tão morto!! E me mandei pra casa. E o cara ainda ficou me ligando e correndo atrás de mim.... Sem noção mesmo.
Teve outra que o cara marcou comigo em frente a um shopping da cidade para irmos ao cinema. Quando cheguei lá, de uma hora pra outra ele ficou branco e quis “trocar” de cinema, indo para outro lugar. Como sou cascuda em mentira apertei: O que está acontecendo? E o espertinho: é que minha namorada e a mãe dela acabaram de entrar no shopping e estão vindo na nossa direção.... Fiquei indignada. Mas querendo dar uma lição no Zé ruela e como sou boazinha e odeio ver o circo pegar fogo, tasquei um beijo na boca dele e deixei ele lá sozinho com o prejuízo das 2 entradas inteiras, e dos 2 combos de pipoca e refri na mão. Fora que a namorada dele viu a cena, mas não fiquei para “apreciar” o espetáculo....

Mas, do mesmo jeito que conheci mentirosos convictos, também conheci pessoas muito legais, sinceras e fiz belas amizades. E dessas amizades vieram outras. Até namorei por 3 x pessoas saídas dos sites. A grande sacada é separar o joio do trigo.... E acha paciência e dedo, rs.

Beijocas,

Think Tank.

terça-feira, 31 de março de 2009

UMA VISÃO SOBRE ÔNIBUS E PASSAGEIROS.

Eu como uma grande maioria dos trabalhadores do mundo, utilizo este transporte muitas vezes infernal e totalmente sem noção e perigoso chamado ônibus urbano.

Digo infernal porque quem nunca perdeu um compromisso por que o FDP do ônibus demorou mais que o esperado? Ou passou lotado demais e não parou no ponto? Ou pior, o motorista “andou” pra você se sacudindo, igual a uma crise convulsiva no ponto de tanto dar sinal pra chamar a atenção do infeliz e ele passa direto, e ainda ri da cara do babaca que tentou fazer ele parar e perder o “tempo “ dele. Sim, pois a grande maioria deles tem “tempo de percurso” e tem de seguir a risca o maldito. Mesmo que signifique deixar alguns infelizes passageiros para trás. E alguém já ligou pra reclamar deles pra ouvidoria das empresas de ônibus? Eu já tentei e nunca consegui.

Fora que, alguns motoristas se sentem os “donos” da rua. Aí entra o nome perigoso. E coitados dos carros e principalmente motos que tentem ultrapassá-los. E eles estão sempre certos, afinal são maiores e no mundinho deles o maior sempre tem razão. Um dia, estava eu voltando do meu trabalho tranquilamente de cabeça baixa lendo, com o motorista correndo na velocidade da luz com o dito cujo, e de repente surge em cima de mim uma chuva de vidro, milhares de pedaço. Eu assustada, olho para o lado, achando que alguém atirou uma pedra no vidro com raiva porque o bus não havia parado (já vi isso acontecer), porém, milagre...... Os vidros estão intactos. Com cara de retardada maior ainda, e com a maioria dos poucos corajosos passageiros me olhando perguntando se eu me machuquei e a senhora que estava do meu lado com uma criança de colo dormindo também, eu disse que não, que tinha sido só o susto e que eu não havia me cortado. Aí, o dono da razão (o motorista), começa a xingar o outro do ônibus que vêm atrás, para no meio da rua e começa a discussão: os 2 semi Deuses estavam discutindo pra saber quem estava errado, o meu que passou a 500 por hora ou o outro, que estava manobrando pra sair do ponto e não viu que o outro vinha embalado atrás. Resultado, os 2 retrovisores (do meu ônibus o da porta e do outro o do lado do motorista) simplesmente pulverizados pela força do impacto. E aí descubro de onde veio a chuva de caquinhos de vidro misteriosa. Se eu contasse todas as histórias.....haja blog...

Agora, quanto aos passageiros, também é um capítulo a parte. Fico mortificada com a falta de educação e humanidade de alguns. Tirando os sem noção que viajam escutando música no volume de trio elétrico carnavalesco, as crianças que vêm das escolas e aproveitam a ausência de responsáveis pra fazer bagunça no ônibus (e dependendo da região que o ônibus transita, é até perigoso repreender severamente uma criança dessas, pois não saber de “quem” elas são filhos), os pedintes, os vendedores ambulantes com aquele texto básico que todo mundo que anda de bus conhece, os engraçadinhos que tentam se aproveitar do aperto pra apertar as mulheres e até os homens também (já vi um cara ser entregue pelo motorista na delegacia, ele era conhecido como o tarado do 485)...bem, é uma “torre de babel” andar de ônibus.

Por incrível que pareça, assaltos são coisas esporádicas hoje em dia. Afinal, é mais lucrativo vender droga que assaltar um bus e ser reconhecido na rua (há poucos dias saiu no jornal O dia: uma mulher foi assaltada no ônibus quando estava indo pra praia. Quando chegou lá, reconheceu o assaltante na praia tranquilão pegando sol e chamou a polícia e o infeliz foi preso) ou fazer merda dentro do ônibus e quando chegar à favela ou morro ser disciplinado pelos chefes. O que me deixa com profunda decepção são as pessoas que não pensam nos outros. Vou explicar melhor: alguns dias no mês trabalho em um hospital a noite, e vou pra barra pegar um bus até este hospital que é mais rápido ir pela via expressa. Até uns 2 anos atrás, a galera da baixada e de municípios ao redor da cidade do rio, se precisasse ir pra barra ou final da zona sul, penava. Tinha de pegar 3,4 bus até lá. Hoje, por intermédio e olhar lucrativo da prefeitura e de algumas empresas de transporte, já existem ônibus direto da maioria dos municípios que fazem divisa com o do rio de janeiro e da baixada fluminense. E então, quase sempre vejo essa cena. À medida que o ônibus avança sobre os pontos, ele vai enchendo. Quando chega nos últimos, próximos a entrada da via expressa, ele está geralmente cheio mas não lotado. E começa a gritaria com o motorista, xingando o coitado e quase obrigando ele a não parar para as pessoas que estão no ponto esperando. Acho um desrespeito gigantesco. Com o motorista que está fazendo o serviço dele direito, e com os passageiros que estão do lado de fora. Afinal, todos querem chegar a casa logo, pois outro dia a maioria tem de acordar de madrugada pra trabalhar novamente. E sinceramente, não é da conta de ninguém o que cada um tem de fazer em casa. Afinal, quem mandou nascer e ser pobre e não ter e não querer estudar e se mudar pra um local melhor? Ou comprar um carro? Ou arrumar um emprego que não tenha de acordar de madrugada pra poder pegar o ônibus?Mas, existem algumas boas almas nos ônibus. Já vi motoristas estacionarem os ônibus pra ajudar passageiros idosos e deficientes, alguns educados que falam bom dia e boa noite. Que são atenciosos quando os passageiros lhe fazem alguma pergunta sobre o trajeto...

Eu mesma durante a faculdade utilizei por dois anos um mesmo ônibus nos mesmos horários. Conheci todos os motoristas e trocadores desse período. Muitas vezes eu voltava dormindo, e eles me acordavam quando estava perto do meu ponto. Já fui até uma vez repreendida por um porque não peguei o ônibus no horário e ele ficou parado no ponto, me esperando por 10 minutos achando que eu estava atrasada e pra impedir que eu perdesse o último ônibus e tivesse de pegar outros 2 pra conseguir chegar em casa. E passando só por “pontos famosos” do rio: Parada de Lucas, cidade alta, pavuna, acari, complexo do alemão, jacaré, .... E eu estudava na contramão da maioria da população. Eu moro no centro do Rio e estudei na baixada, porque no meu curso a melhor universidade particular ficava exatamente lá.

E agora saio também em defesa dos mesmos. Estes microônibus ou os micrões (que se não me engano estão numa disputa judicial com a prefeitura por conta do numero de lugares) são uma tentativa de assassinato. Do motorista e do passageiro. È um absurdo obrigar o motorista a exercer duas funções, trocador e motorista. Cadê as leis de trânsito? Sabe aquela que diz que o motorista tem de manter as duas mãos ao volante, com exceção da hora da troca de marcha? E a que diz que o mesmo tem de manter constante atenção a sua frente e aos retrovisores? Pra que fazemos aquela PORRA de aula chata e maçante, como um purgatório antes de conseguir passar pelos carrascos do DETRAN e tirar o tão sonhado passaporte de liberdade (vulgo direito de ir e vir e Tb conhecido como carteira de habilitação)? Quer ver como é? É só pegar um deles. Ainda mais se estiverem atrasados no “tempo de percurso”. Eles pegam o dinheiro da nossa mão, dirigem, passam a marcha, conferem o troco, TUDO AO MESMO TEMPO!!!!!!!!!!!! E o passageiro em pé, se segurando como pode pq a trava eletrônica não deixa ele avançar pra dentro do coletivo e se ele fizer isso antes do pobre coitado do motorista conferir o valor da passagem, ele pode estar arrumando um problema. Afinal, não tem como o motorista dar o troco depois de passar, pela distância e tem muito engraçadinho (que é o máximo da pobreza) que dá o valor errado de sacanagem.

Outro dia, voltando à noite, cinco ótarios vindos da farra na rua, obrigaram o motorista a os deixareles passar. Foi à maior confusão. Eu me conti pra não entrar nela e dar uns sopapos nos marmanjos. Afinal, se falta dinheiro no caixa, o motorista paga. Ele falou isso pra eles, e eles riram na cara dele, querendo tirar onda. Ainda bem que faltavam apenas dois pontos, pq a voz deles me irritavam. E ainda tentaram me cantar. Eles não sabem o perigo que correram.... Rs.
Bem, seguirei após dando meus comentários sobre os outros meios de aborrecimento, ops, digo transporte da cidade.

Beijocas

Think tank.